Entrar
Cadastre-se
Tudo
Título
Título estrangeiro
Editora
Editora estrangeira
Artista
Personagem
História
Arco de história
Licenciador
Usuário
Coleção
Busca avançada
Menu
Títulos
▼
Títulos estrangeiros
Adicionar título
Adicionar título estrangeiro
Títulos estrangeiros
Adicionar título
Adicionar título estrangeiro
Lançamentos
Editoras
▼
Editoras estrangeiras
Editoras estrangeiras
Artistas
Personagens
Usuários
▼
Coleções
Coleções
Monografias
Blog
Contato
$
(61)
A
(3118)
B
(2779)
C
(4174)
D
(2943)
E
(1545)
F
(1512)
G
(2156)
H
(1632)
I
(833)
J
(2241)
K
(1373)
L
(2001)
M
(3975)
N
(1112)
O
(800)
P
(2673)
Q
(195)
R
(2377)
S
(4160)
T
(2790)
U
(334)
V
(974)
W
(544)
X
(291)
Y
(266)
Z
(629)
Fantastic
Licenciador:
sem licenciador
Criado por:
Luiz Merí Quevedo - ‘Luís Merí’
,
Osvaldo Talo
Lista de revistas com participação de Fantastic
Em 1966, a editora Taika lançou um novo herói, de nome excêntrico e com um uniforme idem, azul e cheio de rebites pretos. Seu nome era Fantastic, criação de dois argentinos radicados no Brasil: o desenhista Osvaldo Talo e o roteirista Luis Meri. A dupla criou o personagem sob encomenda para o editor Renê Figueiredo, que pediu para Talo criar uma figura com o mesmo visual do super-herói italiano Misterix, que fazia sucesso na Argentina. (*)
As forças da lei não sabiam quem ele era, mas sabiam que precisavam dele. Na verdade, Fantastic estava mais para um agente secreto exótico do que para super-herói. A influência maior, claro, era os filmes de espionagem da época, em particular, os de James Bond. Fantastic tinha o apoio das Forças Armadas brasileiras e da Interpol e, assim como 007, volta e meia estava envolvido em aventuras repletas de organizações internacionais sinistras, agentes comunas, cientistas atômicos, iates luxuosos e belas garotas.
Fantastic não tinha poderes, contava apenas com seus punhos, inteligência e sentidos aguçados. Sua única arma era um cinturão atômico capaz de pulverizar os bandidos e torná-lo invulnerável. Volta e meia, se valia de uma automática, mas o “quente” mesmo era o cinturão.
A série era muito bem desenhada, como a maioria de Talo. Seu traço era claro, bonito, com uso competente das angulações e do claro-escuro. Mas se por um lado Fantastic era uma HQ atraente, por outro pecava pelos diálogos pobres e repletos de clichês. Talvez por isso não tenha durado muito.
- Antônio Luiz Ribeiro
Fonte:
* "Mundo dos Super-Heróis" 19, pág. 88.
Relate algum problema encontrado nesse personagem
Adicionado por
antônio Luiz Ribeiro
em 06/01/2008 16:40:00
Editado por
Antônio Luiz Ribeiro
,
antônio Luiz Ribeiro
|
Ver outras contribuições
Please enable JavaScript to view the
comments powered by Disqus.
.
*